sexta-feira, 2 de maio de 2008


Dia do Trabalho

Primeiro de maio é mais do que um feriado. Nessa data, os trabalhadores do mundo inteiro são homenageados pelas suas atividades. Com seu trabalho, todos contribuem para a nossa vida em sociedade. Uns plantam e colhem alimentos, outros ensinam em escolas ou constroem casas e edifícios. Há os que fazem pesquisas para descobrir a cura de doenças e também aqueles que se dedicam a cantar ou criar jogos de computador. Existem as mais diversas funções e todas têm importância. Afinal, nós dependemos uns dos outros para viver.
A data foi escolhidaem 1889para lembrar um acontecimento importante. No dia 1º de maio de 1886, os trabalhadores das indústrias de Chicago, nos Estados Unidos, organizaram greves para pedir melhores condições nas fábricas. Idosos, mulheres grávidas e até crianças trabalhavam mais de 13 horas por dia por salários muito baixos. Não tinham descanso nem nos fins de semana. Eles fizeram passeatas e, quando a polícia tentou acabar com o movimento, houve prisões, feridos e até mortos.

Revista Recreio- Ed. Abril

segunda-feira, 28 de abril de 2008

As 4 liberdades do software livre


As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:


  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 1)
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 2). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 3).
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 4). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Empresas e o Software Livre



Grandes empresas brasileiras abraçam o software livre

O software livre está presente de forma significativa nas maiores empresas brasileiras (aquelas com mais de mil funcionários), registrando participação de 73%. Essa é uma das constatações de uma pesquisa sobre a tendência de adoção do software livre no Brasil, conduzida pelo Instituto Sem Fronteiras (ISF), com o patrocínio da IBM, Itautec, Intel e Red Hat. Foram entrevistadas mais de mil empresas de diferentes portes, segmentos e região geográfica entre os meses de novembro e dezembro de 2007. O resultado mostra que é errônea a crença de que o software livre seria utilizado em maior escala pelas menores empresas brasileiras. Essa conclusão equivocada advinha da visão de sua menor liquidez e suas necessidades de TI específicas (mais voltadas às soluções proprietárias). Na verdade, este é o grupo no qual se verificou o mais baixo grau de adoção, ficando com 31% entre os segmentos horizontais estudados. Vale lembrar que são classificadas como menores empresas aquelas que possuem menos de 99 funcionários. Quanto aos computadores houve um avanço de 12,4% na utilização do software livre nos PCs nos últimos 12 meses nas empresas que já o utilizam. Por outro lado, a pesquisa demonstrou que 53% dos entrevistados não utilizam software livre nos PCs. Apenas 1% das empresas pesquisadas apontou que a utilização de software livre em seus PCs é integral (100%). Embora pareça pouco, transpondo este percentual para o número de empresas existentes no Brasil, estamos falando de números absolutos consideráveis. Ainda no caso da utilização de software livre como sistema operacional nas empresas brasileiras, percebe-se que o maior índice de adoção encontra-se nas maiores empresas, nas quais se detectou 53% de uso. A lógica é clara: as maiores empresas são menos permeáveis à pirataria em razão de sua maior capacidade de adquirir software proprietário ou de definir o uso de software livre, implementá-lo e geri-lo de forma eficiente. Quanto menor a empresa, no entanto, tais condições se deterioram, criando mercado para a pirataria de software. Avaliando-se a utilização de software livre nas empresas brasileiras, em seus servidores percebe-se uma ampla adoção (56%). Apenas 7%, no entanto, apontaram que utilizam o software livre em todos os seus servidores. A região Centro-Oeste destaca-se nesta segmentação com 78% de adoção de software livre como sistema operacional de seus servidores. Deve-se citar que os sistemas operacionais baseados em software livre adequam-se às especificações e expectativas técnicas de áreas em que há grande volume de transações e processamento de dados, bem como armazenamento. Segurança, interoperabilidade e disponibilidade são, portanto, essenciais. Muitas atividades de TI do segmento de governo enquadram-se em tais características. Entre as empresas que utilizam software livre 48% mencionaram a utilização em aplicações de missão crítica. Isto rompe mais um mito com relação ao software livre. Com relação à polêmica questão do TCO (custo total de propriedade) das empresas que utilizam software livre, 66% delas acreditam que o TCO é inferior às soluções proprietárias. Outro grande motivo mencionado por 64% dos entrevistados é de melhor aproveitamento do hardware. Entre as aplicações de gerenciamento de infra-estrutura, as empresas estão utilizando o software livre em virtualização de storage e servidores, assim como em data mirroring (replicação e sincronização). B2B Magazine 29.02.2008
Equipe 01- (Sales, Luiza, Ana Cristina, Avila, Ivanilda, Lidiane Coelho, Vaneide, Cristiana e Alenisio)

Para saber mais acesse: http://www.igc.usp.br/pessoais/guano/downloads/cartilha_v.1.1.pdf

domingo, 27 de abril de 2008

A ESCOLHA ÓBVIA

E se alguém que tivesse um poder sobrenatural lhe desse a escolha entre uma vida de sucesso econômico, boa saúde e realização profissional, e uma vida com doenças, pobreza e desespero? O que você escolheria? E se uma simples escolha, sem nenhum outro esforço de sua parte, fosse o suficiente para que você vivesse a vida que sempre desejou?
A verdade é que você tem escolha.
Pensar positivamente demanda o mesmo esforço que pensar negativamente. Seus pensamentos criam a realidade. Você pode escolher enxergar-se como alguém sem valor e ter pensamentos que o levarão a uma vida de desespero. Ou então, você pode reconhecer que é digno do melhor que a vida pode oferecer e encher sua mente com pensamentos positivos, que tornarão todo o seu potencial uma realidade.
Claro que a vida é dura. Cada dia é cheio de desafios. Se esses desafios irão derrotá-lo ou levá-lo à grandeza, é você quem decide.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

E-COMMERCE e E-BUSINESS

E-COMMERCE (Comércio eletrônico)

Comércio eletrônico ou e-commerce, ou ainda comércio virtual, é um tipo de transação comercial feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, um computador. O ato de vender ou comprar pela internet é em si um bom exemplo de comércio eletrônico. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala. Muitos ramos da economia agora estão ligadas ao comércio eletrônico.
No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CD's, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.

E-BUSINESS

Uma definição ampla de e-business
Em uma publicação do CEC (Center for Electronic Commerce) é dada uma conceituação ampla do que seja e-business que inclui as seguintes definições de cinco diferentes tipos de e-business:

  • Acesso a informação
    Permitem busca e recuperação em domínios públicos e arquivos de dados proprietários. O exemplo mais comum deste tipo de e-business são serviços de informação que mantêm banco de dados e volume de acesso. Outro exemplo são serviços de diretório.
  • Self-service
    Permitem acesso 24x7 a importantes informações pessoais e de negócios. As mais comuns são aquelas aplicações que incluem serviços bancários online, acesso a status de pedidos de compra, cadastramento e acesso a currículos, inscrições em cursos, entre outras.
  • Compras
    Permitem que pessoas busquem e façam compras através da rede. De fato, vendas a varejo é o que é normalmente lembrado quando se fala de e-business. Mas este genero pode ser estendido em muitas outras direções. Por exemplo, compra de equipamentos industriais usados, commodities e sites de leilões, são variações desta categoria.
  • Comunicação inter-pessoal
    Disponibilizam métodos que permitem que pessoas com interesses em comum troquem informações e idéias, aumentando a cooperação em diversas áreas do conhecimento. Exemplos são help-desks e trabalhos colaborativos nas áreas de projeto de produtos, publicações e negociações em geral.
  • Empresas virtuais
    São organizações nas quais os parceiros comerciais, separados geograficamente ou diferentes nas suas especialidades, são capazes de se juntar em atividades de negócio como se fossem uma única empresa. Um exemplo seria a integração de uma cadeia de fornecimento, onde os dados de planejamento e previsão são transmitidos rapidamente e com segurança através de uma rede de múltiplos pontos. Outro exemplo, seria diversas empresas, que não competem entre si, se unirem para que o e-cliente possa fazer uma compra em um único site, tendo a certeza e confiança que um único telefone ou contato garante que a mercadoria certa será entregue no local certo, no tempo certo.

Atualmente, o valor dos serviços e bens comercializados pela Internet está dobrando a cada três, quatro meses. Este crescimento é alimentado em grande parte pela melhoria no acesso online, maior segurança, maior facilidade de transações online e melhores sistemas de pagamento - tudo contribuindo para o aumento da confiabilidade na Internet como meio de comércio.

E-BUSINESS: O USO CORPORATIVO DA INTERNET

As empresas que, de alguma forma, estão envolvidas com a tecnologia da informação, inclusive as empresas ligadas à Internet, estão constituindo o que vem sendo denominado de "nova economia".

A terminologia utilizada na “nova economia” vem sendo, aos poucos, consolidada, como é o caso do termo “E-Business”. Tendo em vista a amplitude das atividades empresariais que estão sendo desenvolvidas por meio da Internet, essa expressão tem sido utilizada, no sentido de englobar os termos “E-Commerce” e “E-Services”.

O termo E-Commerce, por sua vez, tem sido referido tanto às vendas das empresas para os consumidores finais, quanto às transações entre empresas. Desta forma, tem-se o Business-to-Consumer (B2C), ou seja, realização de negócios, pela Internet, entre a empresa e o consumidor final, e o Business-to-Business (B2B), que se refere à realização de negócios entre as empresas, pela Internet.

Outros termos, como “E-Procurement”, referindo-se às aquisições realizadas pelas empresas, através da Internet, e “E-Strategy”, referindo-se às estratégias de atuação das empresas na Internet, vêm sendo incorporados.

Independente da terminologia utilizada, no entanto, o certo é que a Internet demonstrou possuir potencial para revolucionar, de forma radical, o relacionamento, entre si, das empresas, e, entre as empresas e o consumidor final, e essa revolução já está acontecendo.

O barateamento da utilização do meio eletrônico, para comunicação, é que tem permitido essa revolução, confirmada pelo foco do mercado, da mídia, dos consumidores, que, atualmente, está concentrado nas denominadas "empresas.com".

Pelas vantagens que podem ser introduzidas, essas mudanças se revestem de aspecto estrutural, e irão alterar, de forma definitiva, o relacionamento entre as empresas e, entre estas últimas e os consumidores.

O uso corporativo da Internet pode ser considerado recente, mas, a partir das finalidades do desenvolvimento das home pages, já pode ser divido em três etapas, sendo que, no Brasil, encontram-se empresas nas três fases, utilizando home pages como:

• canal de informação;

• canal de comunicação; e

• plataforma de transações comerciais.

Cabe observar que, embora a Internet venha sendo utilizada, cada vez mais, como plataforma de transações comerciais, a rede ainda é mais utilizada para acesso a serviços de informações, como os sites de divulgação de turismo, e a banco de dados.

O setor de serviços também se destaca pelo uso da Internet, como:

• home banking;

• edição de revistas e jornais on line;

• assinatura de revistas;

• compra e venda de imóveis; e

• auditoria.


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Blogs corporativos

Blogs corporativos



O fenômeno dos blogs invadiu a internet nos últimos anos. Se você não acompanhou, é melhor começar a entender sobre eles e manter seus olhos abertos. Por quê? Porque os blogs começam a chegar ao mundo corporativo e esta é uma realidade que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorar.
Mas afinal, o que é um blog? E o que é um blog corporativo?
Para entender o segundo, é preciso entender o primeiro:
Blogs (weblogs) são comumente descritos como diários eletrônicos publicados na web. Esta descrição é restrita e esconde o real potencial e a real importância dos blogs. Existem muitos tipos de blogs, desde diários pessoais, onde a interação se limita a um pequeno número de pessoas, a blogs escritos por formadores de opinião, especialistas em determinadas áreas, jornalistas, blogs com finalidades educacionais, etc. A força dos blogs está em possibilitar que qualquer pessoa, sem nenhum conhecimento técnico, publique suas idéias e opiniões na web e que milhões de outras pessoas publiquem comentários sobre o que foi escrito, criando um grande debate aberto a todos.
Antes dos blogs, a web era descrita como uma biblioteca. Os websites publicavam informações que podiam ser consultadas por qualquer pessoa com acesso a uma conexão de internet. O boom dos blogs deu à web um caráter mais dinâmico, trazendo uma mudança fundamental: ela deixa de ser apenas uma biblioteca para se transformar numa grande e ativa conversação global. Com o crescente número de pessoas lendo, escrevendo e comentando, vamos ampliando a interação entre aqueles que passam a ter uma voz ativa através dos blogs. Aos poucos deixamos de ser passivos consumidores de informação e passamos a interagir ativamente. É um fenômeno de democratização ao acesso e publicação de informações. Nunca nenhuma mídia ofereceu tanto espaço e visibilidade a pessoas comuns e, por si só, este fenômeno sem precedentes não pode ser ignorado. Os impactos diversos já são sentidos em diferentes áreas.
Esta explosão dos blogs é confirmada em números através de relatórios postados pela empresa Technorati – que rastreia o que está sendo publicado na blogosfera ("mundo dos blogs") e acompanha o crescimento dos blogs no mundo todo. Em um relatório de fevereiro de 2006, a empresa afirma que:

  • Rastreia hoje mais de 27.2 milhões de blogs, 1.2 milhões de posts diários;

  • aproximadamente 50.000 por hora;

  • A blogosfera dobra de tamanho a cada 5 meses e meio;

  • A blogosfera é hoje 60 vezes maior do que era há 3 anos;

  • Em media, um blog é criado a cada segundo do dia;

  • 13.7 milhões de bloggers continuam postando 3 meses depois da criação de seus blogs.

As conversas, idéias e opiniões que se dão através dos blogs podem facilmente se tornar virais e atingir um enorme número de pessoas em um curto espaço de tempo. São milhões de "blogueiros" opinando sobre notícias, acontecimentos, produtos e serviços, entretenimento, etc. Eles podem estar falando sobre sua empresa, interagindo com seus funcionários, discutindo sobre seus produtos e avaliando seu atendimento, relatando experiências pessoais boas ou ruins, contando suas frustrações ou elogiando sua área de atendimento ao cliente. Estas opiniões certamente atingem a imagem que os leitores formam sobre sua empresa e seus produtos e influencia decisões de compra, no melhor estilo "boca-a-boca" virtual – com força e um alto nível de credibilidade. E este é apenas um aspecto da importância dos blogs e seu impacto no mundo corporativo.
Todas estas vozes podem ser encaradas como um problema ou como oportunidades. Desde que você esteja atento a elas, não as ignore, porque elas certamente não irão embora de repente. É uma nova realidade que veio para ficar e, com ela, a necessidade das empresas se adaptarem.

E o que é um blog corporativo?

Quando se fala em blogs corporativos, pensamos logo na definição padrão: é um canal que a empresa abre aos seus consumidores para ter uma conversa bilateral e mais informal com eles. Mas é só isso? Não. No mundo corporativo esta ferramenta pode ser explorada de diversas formas diferentes. Do ponto de vista de negócios, há potencialmente inúmeras razões para se ter um – ou vários blogs.
Embora não haja nenhuma classificação formal, pode-se dizer que, basicamente, blogs corporativos podem ser divididos entre externos ou internos:
Blogs externos são aqueles que a empresa publica para acesso de qualquer pessoa na internet. Estes blogs têm propósitos de interação externa, seja como canal de comunicação, como iniciativa de reforço de marca, feedback para desenvolvimento de produtos, gerenciamento de crises, relações públicas e relacionamento com a mídia, posicionamento estratégico e assim por diante.
Blogs internos são aqueles que a empresa utiliza como ferramenta de interação entre os funcionários, como por exemplo: comunicação interna, base e gerenciamento de conhecimento, acompanhamento de projetos e colaboração interna, integração e reforço de iniciativas de recursos humanos, etc.

Blogs externos.

Definir sua estratégia ou o tipo de blog de que sua empresa mais poderá se beneficiar, depende da definição dos seus objetivos. Isso é fundamental. Nenhuma empresa deve criar um blog somente porque alguém disse que blogs são o novo "hype". Entrar neste universo desconhecido pode ser difícil sem a assessoria adequada. Contar com o expertise de uma empresa especializada pode fazer toda a diferença, não só na definição de metas e estratégias, mas também na implementação, manutenção e mensuração de resultados do seu blog.
A criação de um blog pressupõe comprometimentos por parte da empresa. A definição de quem – ou qual departamento - será responsável pela publicação e manutenção do blog é crítica. Lentamente as empresas estão começando a criar cargos e/ou departamentos exclusivamente para este propósito. E este é um bom investimento. Se sua empresa terá um blog, é importante que as pessoas responsáveis por ele saibam o que estão fazendo e conheçam sua empresa e seus objetivos o suficiente para falar em seu nome. Que compreendam a dinâmica da "blogosfera" e estejam preparadas para lidar com o dia-a-dia de um blog, mostrando segurança, transparência e conhecimento.
Na prática, o dia-a-dia de um blog é um crescente aprendizado. A cada dia que passa, torna-se mais palpável a localização dos assuntos que trazem mais retorno, que promovem mais – e melhores – discussões, que têm maior impacto nos seus objetivos. O termômetro destes resultados não é somente a quantidade e a qualidade dos comentários deixados no blog. São também as citações, referências e links que vão aparecer na blogosfera em resposta ao que é postado no seu blog. Monitorar e mensurar este retorno é também uma parte fundamental de se ter blog corporativo.
Também parte importante desta atividade é definir os assuntos que serão abordados, a linguagem que será utilizada (por definição, blogs usam uma linguagem informal), políticas sobre como responder aos comentários (e se serão ou não moderados), como abordar e lidar com as coisas que serão escritas sobre sua empresa. Todas estas definições podem ser feitas com a ajuda da empresa que estiver lhe assessorando.
Esteja sempre aberto às infinitas possibilidades que um blog corporativo pode lhe oferecer. E fique atento, seus concorrentes logo estarão conversando com o seu mercado. Agora que você já sabe o que é um blog corporativo, o quanto antes acordar para esta nova realidade, mais cedo você poderá se beneficiar deles.

Texto retirado de http://www.sinestesia.co.uk/blog

domingo, 20 de abril de 2008

O FUTURO JÁ CHEGOU

O impacto verdadeiramente revolucionário da Revolução da Informação está apenas começando a ser sentido. Talvez seja ainda maior o impacto exercido sobre a sociedade, a política e, sobretudo, sobre a visão que temos do mundo e de nós mesmos.

É provável que outras tecnologias surjam de repente, levando à criação de novas indústrias.

É impossível sequer dar um palpite quanto à sua natureza. Mas que elas vão surgir, e em pouco tempo, é altamente provável. Na verdade, é quase certo.

Hoje em dia, quase todo mundo acredita que nunca na história econômica alguma coisa avançou tão rapidamente ou exerceu um impacto maior do que a Revolução da Informação.

Na verdade, o grande impacto da Revolução da Informação não tem se dado sob a forma de informação. Quase nenhum dos efeitos visualizados 40 anos atrás se concretizou. Por exemplo, não houve praticamente mudança alguma na maneira como são tomadas as decisões mais importantes no âmbito econômico ou governamental.

Mas a Revolução da Informação facilitou e tornou rotineiros processos tradicionais em inúmeras áreas.

O impacto psicológico da Revolução da Informação tem sido fortíssimo, como aconteceu com a Revolução Industrial. Talvez tenha sido maior na maneira como as crianças aprendem. Hoje em dia, crianças de quatro anos ou até menos já aprendem a mexer com computadores, em pouco tempo superando os adultos. Os computadores são brinquedos e ferramentas de aprendizado.

O comércio eletrônico representa para a Revolução da Informação o que a ferrovia foi para a Revolução Industrial: um avanço totalmente inusitado, inesperado. E, como a ferrovia de 170 anos atrás, o comércio eletrônico está gerando um bom novo e distinto, provocando transformações aceleradas na economia, na sociedade e na política.

Na nova geografia mental criada pela ferrovia, a humanidade dominou a distância. Na geografia mental do comércio eletrônico, a distância foi eliminada. Existe apenas uma economia e um mercado. Uma conseqüência disso é que toda empresa precisa se tornar competitiva em nível global, mesmo que produza ou venda apenas dentro de um mercado local ou regional. A concorrência já deixou de ser local. Na verdade, não conhece fronteiras. Toda empresa precisa tornar-se transnacional na forma de ser administrada.

No comércio eletrônico não existem empresas locais, nem geografias distintas. Onde produzir, onde vender e como vender vão continuar sendo decisões importantes para as empresas. Mas é possível que, dentro de 20 anos, elas não mais determinem o que a empresa faz nem como ou onde o faz.

O impacto das mudanças mais recentes nos canais de distribuição tem sido igualmente pouco claro. Essas mudanças são, por exemplo, a passagem da mercearia de bairro para o supermercado, do supermercado para a cadeia de supermercados e da cadeia de supermercados para o Wal-Mart e outras redes de lojas de descontos. Já está claro que a passagem para o comércio eletrônico será tão eclética e cheia de surpresas quanto essas.

Quase metade das maiores empresas do mundo hoje contrata por meio

de Web sites. E cerca de 2,5 milhões de administrativos e gerentes têm seus currículos na Internet e buscam emprego por meio dela. O resultado é um mercado de trabalho completamente novo.

Aquilo que chamamos de Revolução da Informação é, na realidade, uma revolução do conhecimento. A rotinização dos processos não foi possibilitada por máquinas. O computador, na verdade, é apenas o gatilho que a desencadeou. O software é a reorganização trabalho tradicional, baseado em séculos de experiência, por meio da aplicação do conhecimento e, especialmente, da análise lógica e sistemática. A chave não é a eletrônica, mas sim a ciência cognitiva.

Isso significa que a chave para manter a liderança na economia e na tecnologia que estão prestes a emergir provavelmente será a posição social dos trabalhadores do conhecimento e a aceitação social de seus valores.

Cada vez mais, o desempenho dessas novas indústrias baseadas no conhecimento vai depender de as instituições serem administradas de maneira a atrair, reter e motivar os trabalhadores do conhecimento. Quando satisfizer a cobiça de tais trabalhadores, como hoje estamos tentando fazer, deixar de ser suficiente, será preciso atender seus valores e oferecer-lhes reconhecimento e poder social. Para isso, será preciso transformá-los de subordinados em colegas executivos. De empregados, por mais bem pagos que possam ser em sócios.

Resumo

Esta resenha tem por objeto refletir a respeito do impacto que as mudanças tecnológicas trazem às Organizações. O assunto foi abordado, tendo por pressuposto teórico os estudos de Peter Drucker. A idéia básica da resenha trata da necessidade de se conseguir manter o equilíbrio entre a "flexibilidade" e a "cultura interna", a fim de que as Organizações possam atingir seus objetivos.


Bibliografia

Texto O Futuro já chegou - Peter Drucker

Apostila - Informática Aplicada a Administração

Professor Luis Moreira Ano 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008


LIÇÃO
DE
PERSEVERANÇA




Já observou a atitude
dos pássaros ante às adversidades?
Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes...
... E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se consegui...
O que faz o pássaro?
Pára, abandona a tarefa?
De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo...
Dói recomeçar do zero... Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando...
Já sentiu que sua vida, seu trabalho, sua família, seus amigos não são o que você sonhou?
Tem vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim?
Você está cansado de recomeçar, do desgaste da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?
Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, faça uma oração, ponha sua esperança na frente e avance. Não se preocupe se na batalha seja ferido, é esperado que algo assim aconteça. Junte os pedaços de sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.
Não importa o que você passe...
Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. E sobretudo...
Nunca deixe de cantar.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

O QUE É ADMINISTRAR

O QUE É ADMINISTRAR? ADMINISTRADOR: AFINAL QUEM É ESSE PROFISSIONAL?

Antes de falar no administrador, é interessante que se saiba o significado de Administração e sua evolução. A palavra Administração tem origem no latim (ad, direção para, tendência; minister, comparativo de inferioridade; e sufixo ter, que serve como termo de comparação; significando subordinação ou obediência, isto é, aquele que realiza uma função abaixo do comando de outrem, aquele que presta um serviço a outro) e seu significado original implica subordinação e serviço.
Em sua origem, a palavra administração se refere a uma função que se desenvolve sob o comando de outro, de um serviço que se presta a outro. CHIAVENATO destaca que "a tarefa da Administração é interpretar os objetivos propostos pela empresa e transformá-los em ação empresarial através do planejamento, de organização, de direção e de controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis da empresa, a fim de atingir tais objetivos".
Esta ação empresarial surgiu a partir das transformações ocorridas ao longo dos anos. Taylor já salientava os quatro princípios científicos: Princípio do Planejamento; do Preparo; do Controle e da Execução.
As funções administrativas coordenam e sincronizam as demais funções da empresa, pairando sempre acima delas. E elas, as funções administrativas, englobam os elementos da administração, isto é, as funções do administrador, que são: prever; organizar; comandar; coordenar e controlar. Estes elementos da administração constituem o chamado processo administrativo. Hoje em dia, a Teoria Administrativa estuda a administração das empresas e demais tipos de organização do ponto de vista da interação e interdependência entre as cinco variáveis principais, cada qual objeto específico de estudo por parte de uma ou mais correntes da teoria administrativa.
As cinco variáveis básicas são: tarefa, estrutura, pessoas, tecnologia e ambiente; constituem os principais componentes no estudo da administração de empresas.
O comportamento desses componentes é sistêmico e complexo: cada qual influencia e é influenciado pelos outros componentes. A adequação destas cinco variáveis constitui o principal desafio da administração na atualidade. Assim, o que hoje chamamos de processo administrativo (planejamento, organização, direção e controle) são resultados da evolução da Teoria Administrativa. Esse processo, quando competentemente executado, contribui para a eficiência e eficácia organizacional.
A administração é um fenômeno universal do mundo moderno. Toda empresa necessita de uma pessoa capaz para tomar decisões, conduzir o pessoal, avaliar o desempenho dirigido a objetivos determinados, além de obter a alocação de diferentes recursos.
O administrador é um profissional cuja formação é extremamente ampla e variada: precisa conhecer disciplinas heterogêneas; precisa lidar com as pessoas que lhe estão subordinadas ou que estão no mesmo nível ou acima dele; precisa estar atento aos eventos passados e presentes, bem como às previsões futuras, pois o seu horizonte deve ser mais amplo, já que ele é o responsável pela direção de outras pessoas que seguem as suas ordens e orientação; precisa lidar com eventos internos e externos; precisa "ver mais longe" que os outros, pois deve estar ligado aos objetivos que a empresa pretende alcançar através da atividade conjunta de todos.
"Um agente de mudança e de transformação das empresas, levando-as a novos rumos, novos processos, novas estratégias, novas tecnologias; é ele um agente educador no sentido de que, com sua direção e orientação, modifica comportamentos e atitudes das pessoas; é ele um agente cultural na medida em que, com o seu estilo de administração, modifica a cultura organizacional existente nas empresas." CHIAVENATO
Enfim, a administração não é um fim em si mesma, mas um meio de fazer com que as coisas sejam realizadas da melhor forma possível, com o menor custo e com a maior eficiência e eficácia.

Referências
CORSO ALVES. Relações públicas na administração da comunicação. Porto Alegre, 1999. 150p. Monografia (graduação em Comunicação Social - habilitação em Relações Públicas). Departamento de Comunicação. Universidade Federal do Rio
Grande do Sul.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de empresas: uma abordagem contigencial. 3. ed., São Paulo: Makron Books,
1994.
HAMPTON, David R. Administração: comportamento organizacional. São Paulo : McGraw-Hill, 1990.

Oracão do Administrador



Oração do Administrador

"Senhor, diante das organizações devo ter
CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades
como ADMINISTRADOR.
Reconheço minhas limitações,mas,
humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso
para alcançar a
SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo;
Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que
me cercam e que são a razão de minha escolha profissional;
Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois,
a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez
melhores e mais humanas."

terça-feira, 15 de abril de 2008


PÔR-do-SOL

Sempre considerei o por do sol um dos mais belos espetáculos que a vida nos proporciona.

O incrível e inexplicável colorido que o céu assume no arrebol é algo que mexe com qualquer pessoa com um mínimo de sensibilidade.

É a hora que as aves voltam para os ninhais, sempre fazendo belíssimas evoluções no céu, como que se despedindo do dia.

É quando nos preparamos para o descanso... embora alguns comecem a se preparar para mais uma noite de trabalho, ou de diversão.

"Contemplar, com os olhos da alma a plenitude do por do sol qualquer um pode fazê-lo, mas poucos, porém, voltam-se para a grandeza divina ali manifestada."

Realmente, todos podemos apreciar a beleza que o sol nos proporciona, basta termos disposição para encher nossos olhos e nossa alma com o espetáculo.

Você...

Tente nem que seja só por curiosidade, um dia desses ver esse maravilhoso espetáculo e verás que as 'pequenas' e simples coisas da vida nos renovam e nos modificam a alma.